Não é prazer,
é impulso.
Um gesto repetido
antes do corpo
saber porquê.
Querer sem gostar;
movimento sem descanso.
O fio desapareceu,
mas o circuito ficou.
Agora é um dedo,
uma espera breve,
um talvez.
A consciência começa
quando o querer abranda
o suficiente
para ouvir o sentir.
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