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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Exposição de Pintura "Nossa Senhora Que Ri", de Ricardo Tadeu, na Biblioteca de Alcochete, sábado, 29 de Outubro, às 17h.00.

«Esta proposta de Ricardo Tadeu transporta-nos até um panteão alternativo, um universo onírico de cariz popular, pautado de referências clássicas, eruditas, religiosas e vernaculares de tributo a velhos mestres perante novas realidades. Nele se reconhece uma forte influência cartoonística, tudo conjugado numa linguagem gráfica e formal original, plena de cor, que nos remete para uma religiosidade liberta do peso da culpa, numa proposta artística transgressora e divertida. São cerca de vinte cinco trabalhos – acrílicos sobre tela e guache sobre papel – para serem apreciados na Biblioteca de Alcochete até 6 de Janeiro de 2012.»


in Area Metropolitana de Lisboa Agenda Cultural e Desportiva



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Catarina Baleiras (1963 - 2000)


técnica mista s/ tela (1,40m x 2,50) - 1991


CATARINA BALEIRAS (1963-2000)

(Alguns dados biográficos retirados do catálogo  RISK / EXPERIMENS – EUROPÁLIA 91)


Trabalhou com Alice Jorge na S.N.B.A. (1979)

Trabalhou na ARCO no estúdio de Rui Aço (1979-80)

Estudou na École National des Beaux Arts de Lyon (1981-82)

Estuda escultura na E.S.B.A.L. desde 1982-83.



Exposições individuais:


“Territórios” (Lisboa, 1984)

“Pintura-escultura”, F.I.L. (Lisboa, 1985)

“…de um templo sagrado”, Cisterna do Convento de S. Francisco (Lisboa, 1985)

“In Diferença I”, Galeria Diferença (Lisboa, 1986)

“In Diferença II”, Galeria Novo Século (Lisboa, 1986)

“Desenho I”, Galeria Diferença (Lisboa, 1987)

“Desenho II”, C.A.P.C. (Coimbra, 1987)

“Projecto 1988” Pavilhão de Exposições – Tapada da Ajuda (Lisboa, 1988)

Projecto “ Scènes de Triomphe”, Triangle, Rennes, 1990



Exposições colectivas:


“Onde vais coração”, E.S.B.A.L. (Lisboa, 1984)

“12 Pintores dos anos 80” (Lisboa, 1984)

“Novos Pintores” (Lisboa, 1984)

IV Bienal de Vila Nova de Cerveira (1984)

“Lagos 84” – II Mostra de Artes Plásticas (Lagos, 1984)

“Arte dos anos 80” (Lisboa, 1985)

II Bienal de Chaves (1985)

I Bienal dos Açores (Ponta Delgada, 1986)

IV Trienal de Arte Contemporânea (New Deli, 1986)

III Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 1986)

“AICA-Philae” (Lisboa, 1986)

“KIASM” (Paris, 1986)

“Les Mouvements d`Art des métropoles” (Napoli, 1987)

II Exposição de Arte Moderna (Campo Maior/Cáceres, 1987)

“Marca” (Madeira, 1987)

II Bienal de Arte dos Açores e Atlântico (Angra do Heroísmo, 1987)

Forum of Contemporany Art ( Lisboa, 1988)

Catarina Baleiras e P.Campos Rosado, Galeria Quadrum (Lisboa, 1988)

“Lisbonne aujourd`hui” (Toulon, 1988)

“jovem Escultura UNICER”, Casa de Serralves (Porto, 1988)

“Bienal de Bologna 88 (1988)

FIC 88 (Lisboa, 1988)



Prémios:


“Espirito Santo Esteves”, Bienal de Chaves, 1985

“Artes Plásticas – Antena 1”, Lisboa, 1988




sexta-feira, 24 de junho de 2011


Lançamento do livro de poesia de Carmen Fossari;
em Florianópolis no mês de Julho,
em São Paulo no mês de Novembro.

Parabéns, poeta por Heresia!
Muito sucesso!



Carmen Fossari

Natural de Florianópolis, filha de Domingos Fossari e de Irene Maria Belli Fossari.
Mestre em Literatura Brasileira, pela UFSC, com opção em Teatro. Diretora de Espetáculos do DAC - Departamento Artístico Cultural da UFSC. Coordenadora e professora da Oficina Permanente de Teatro da UFSC. Diretora e fundadora do Grupo Pesquisa Teatro Novo/UFSC.Nessa categoria, recebeu inúmeros prêmios estaduais e nacionais, bem como representou o Brasil com espetáculos que dirigiu, escreveu e atuou nos seguintes países: Porto Rico, México, Paraguai, Argentina, Chile,Colômbia e Portugal. Esteve com espetáculos no Chile por sete vezes, onde mantém convênio através do GPTN/UFSC com a “Cia. La Carreta” que coordena, naquele país, o ENTEPOLA - Encontro de Teatro Popular Latino Americano .
Participou de três Projetos “Mambembão”, no Rio de Janeiro e em São Paulo, com os espetáculos “Mesa Grande” e “Terra de Terrara”, obras que dirigiu e atuou, numa promoção do Serviço Nacional de Teatro, RJ (duas temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, e um Curso de Direção Teatral, integrante do Projeto, ministrado pelos melhores diretores de Teatro do Brasil).
Coordenou o 1º ENTEPOLA do Brasil, na cidade de Florianópolis, em 1996, com a participação de 280 artistas das Américas e de outros Continentes. Dramaturga, recebeu prêmios nacionais pelos textos “Terra de Terrara” e “Engenho Engendrado” (ambos de pesquisa lingüística e cultural das Comunidades Açorianas).Poetisa, em 28 de fevereiro de 2002 teve poema publicado no Jornal Machetearte, do México.Escreveu o roteiro e realizou a pesquisa do vídeo “Viva o Circo”, direção de Ronaldo dos Anjos, prêmio de melhor vídeo no Festival Nacional de Gravatal.Escreve enredos para Escolas de Samba de Florianópolis e artigos para jornais de Santa Catarina. Escreveu durante 10 anos para o Anuário Brasileiro de Teatro, do Rio de Janeiro, editado pelo Serviço Nacional de Teatro.Escreveu entre outras obras: “De Açores a Desterro - Uma Viagem Bruxólica”, “Isto ou Aquilo, com Sol ou Chuva”, “Vô Chapéu Azul na cidade de Pedra Grande” (e também traduziu ao espanhol “Abuelo Somrero Azul em la ciudad de Piedra Grande”), “Ocasos Raros Casos Simples”, “Rua de Vento Sul”, “O Menino que jogava com o Sol”, “João Unha de Fome e Dona Maria Comecome” (inédito), ”Os 7 Segredos do Mar”, “Don Pablo entre vogais” além de outros .
Adaptou textos da dramaturgia universal, dentre eles: “Alguns Pecados Capitais” (do original “Os 7 Pecados Capitais dos Pequenos Burgueses”, de Bertolt Brecht), “Bodas com Lorca, Gotas de Sangue” (do original “Bodas de Sangue” de Garcia Lorca ), “O Mercador” (de Veneza) do original “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare.Traduziu e dirigiu os textos: “Las Mamelles de Tiresias”, do pai do surrealismo francês Guilhaume Apolinaire e “O Burguês Fidalgo” de Jean Batiste Poquelin de Molière.
Dirigiu e produziu mais de 60 peças teatrais nas categorias de Teatro Adulto, Infantil de Títeres e de Rua.
Co-Fundadora e Vice-Presidente da POIÉSIS - Associação de Professores e Diretores de Teatro Universitário do Brasil.Integrante do Circuito Latino Americano de Teatro, e nesta categoria ministrou cursos na Universidade de Porto Rico, Chile e México.Trabalha com a Literatura Catarinense trazendo ao teatro a prosa e o verso através de montagens junto ao Pesquisa, a saber, obras dos seguintes escritores e poetas: Lindolf Bell, Franklin Cascaes, Flávio José Cardoso, Eglê Malheiros, Argus Cirino, Raul Caldas Filho, Alcides Buss, Joca Wolff, Fábio Bruggmann, Clécio Espezim, Almiro Caldeira de Andrade e Harry Laus.
Possui obra incluída no livro “Panorama do Teatro Brasileiro no Século XX” (com fotografia da encenação) autoria de Clóvis Levi, com edição da FUNARTE, Rio de Janeiro.Integra o Dicionário Catarinense de Escritores, edição da Fundação Catarinense de Cultura e o álbum Florianópolis Vista por seus Habitantes, de Beto Abreu, dentre outros.
Como atriz, além de inúmeras peças e recitais de poesias, atuou na minissérie “Ilha das Bruxas”, produzida pela TV Manchete e nos curtas metragens “Alva Paixão” de Maria Emília Azevedo;”Ilha” de Zeca Pires; no média metragem “Alma Açoriana” de Penna Filho e no longa metragem “Procuradas”.
Dirigiu e foi co-adaptadora e produtora do espetáculo “Hamlet Nuestro”, em Santiago, hoje em giro pelo Chile com a Cia, La Carreta.Participou de dezenas de festivais nacionais e internacionais de teatro, tanto como diretora de teatro quanto debatedora, ministrante de cursos e Integrante de comissões julgadoras. Da participação de Comissões, destaque para o Concurso Nacional de Dramaturgia, promoção do SESI-Brasília DF, onde integrou equipe com Éster Góes e Elias Andreato.Deu Curso de Formação do Ator, além da UFSC, nas cidades de Itajaí,Concórdia, Joaçaba, Brusque,Tubarão, Laguna, Blumenau, Fraiburgo, Chapecó, São José, Joinville, Lages, no estado de Santa Catarina, em Santarém, no Estado do Pará, e em Santiago, no Chile; Rosário e Santa Fé, na Argentina; Cidade do México, e San Juan, em Porto Rico.Roteirista, produtora e diretora de vídeos, e co-produtora, da parte cênica, do média metragem “Alma Açoriana”, em que também colaborou com o enredo.Participou como integrante da Comissão Julgadora do FAM/ Florianópolis Audiovisual/Mercosul no ano de 2002.Lecionou Dramaturgia na Faculdade de Cinema e Vídeo da Unisul.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

(De) Quem somos, afinal?

Austeridade?!

E como combater este défice humano?

E qual o preço de se ser português,
sem se ser Portugal?

O que se fez da terra?
O que nos dá o mar?
E quem canta
o fado nosso?

(De) Quem somos, afinal?

domingo, 3 de abril de 2011

Sei lá

Não sei quem sou.
Nem nunca o saberei, ao certo.
Somente constato o que vejo
e decifro o que fiz
e de mim fui capaz de desvendar.
Sei lá, quem sou;
mais um, tão parecido a mim mesmo,
com outros,
como eu,
e a tantos bem mais diferentes!

Prendo-me demasiado à existência,
ao invés de viver-me.

Sei lá!...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Plasticidades | Pintura | João Manuel Marques Jacinto



Exposição de Pintura "Plasticidades"
Terça-feira 29 Março 19h30

Restaurante Põe-te na Bicha
Travessa da Água da Flor, 36
Bairro Alto
Lisboa



João Manuel Marques Jacinto, nasceu no Montijo, no dia 22 de Junho de 1959.
Frequentou o curso de Pintura no Centro de Arte & Comunicação Visual – AR.CO.
Expôs individualmente, no início dos anos 90, no Círculo Histórico/Cultural do Montijo.
E participou em outras exposições;
1990, 1991 e 1992 - "Alcarte" em Alcochete.
1996 - Exposição de Pintura e Poesia do IADE, (iniciativa de apoio ao projecto CAIS) no Instituto Português da Juventude, em Lisboa.
2003 – "Arte na Praça" (iniciativa integrada no programa “A´Gosto no Montijo”), no Montijo.





PLASTICIDADES I JOÃO JACINTO





«A exaltação do mínimo, e o magnífico relâmpago do
acontecimento mestre restituem-me a forma o meu
resplendor…»
Luiza Neto Jorge









Plasticidades traduz a urgência, o desejo, a necessidade de João Jacinto se expressar com uma exaltação e uma jovialidade quase infantis. Há, nos seus trabalhos, uma procura incessante que constantemente se renova pela prática e pela declinação dos seus diferentes estados de alma.



Desejo de descoberta

Silhuetas que nos saúdam, padrões que se repetem, vitrais que reflectem jogos de luz e de sombra onde se adivinham arquitecturas fantásticas e manchas cromáticas que se espraiam sobre um suporte irregular ou derrames de tinta que propõem novas texturas num desejo ilimitado de descoberta. Uma multiplicidade plástica que procura a sua voz própria e que nos surpreende como uma inusitada descoberta.



Inquietação…
Nesta multiplicidade de registos, por vezes antagónicos, por vezes (quase) reconhecíveis ou – tacteando nervosamente no vazio do suporte – surgem-nos como uma linguagem nova, um ponto de partida que estabelece um discurso original. Marcas em que antevemos um percurso feito de uma tranquilidade, quase sempre, inquieta.

O olhar…
Procuramos referências – mais ou menos – explícitas a outros artistas, a correntes estilísticas, a linguagens estéticas onde possamos “arrumar” estes exercícios pictóricos. O olhar percorre nervosamente a superfície das telas, procurando encontrar respostas. Elas ainda lá estão… ou já não… basta o olhar.



Carlos Morgado

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Hipocrisia

Não há palavra mais terrificante
que defina a veracidade do hoje,
senão;
hipocrisia.

E continua-se a falar de Amor,
como se a santidade habitasse os corações
e as mentes fossem capazes de soluções eficazes.

A dor
e os lamentos,
a solidarização
e o abstracto,
e um altruísmo
metafórico.