Não se começa do zero,
mas do que ficou
depois de tudo o resto falhar.
Não se traz certezas,
apenas ferramentas limpas
e tempo suficiente para escutar.
O que não serve
não será combatido:
apenas pousado.
O que insiste
será trabalhado
até aprender a ficar em silêncio.
Este é o ponto
onde não se promete futuro,
mas se aceita o trabalho.
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