Não faltou inteligência,
faltou permissão.
Ler sempre foi risco:
quem lê pensa,
quem pensa desorganiza.
Antes queimavam livros,
agora queimam atenção;
não é censura,
é saturação.
Ler até ao fim
continua um gesto indesejado,
e por isso mesmo,
necessário.
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