A calma não apaga o mundo,
afasta o excesso.
Quando o corpo abranda,
as coisas alinham-se sozinhas:
o que importa fica,
o resto perde urgência.
A emoção corre rápido,
quer resposta imediata,
confunde movimento com saída.
A estratégia espera,
observa o desenho inteiro,
age onde dói menos
e resolve mais.
Não é frieza,
é distância suficiente
para não se ferir a si mesmo
ao tentar avançar.
Primeiro silêncio,
depois direção.
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