O mundo não anda por bondade,
mas porque é empurrado.
A bondade alivia,
não conduz,
e quem conduz não pede:
define.
O movimento nasce do limite,
da regra,
do medo de cair fora.
A bondade fica nos intervalos,
onde nada manda;
não move o mundo,
mas lembra que ele
não é natural.
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