Amar, hoje, é tocar sem segurar,
prometer sem ficar;
o vínculo deseja-se leve,
para não doer quando cai.
Quer-se calor,
mas não incêndio;
proximidade, sem risco.
E assim passa-se de corpo em corpo,
palavra em palavra,
sem deixar rasto,
não por falta de amor,
mas por medo do peso do tempo.
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