Quando há amor,
a falta não governa:
o pouco sustenta,
o vazio não domina,
e a vida encontra medida.
Sem amor,
nenhuma posse chega,
nenhuma conquista basta;
o excesso apenas amplia
o que não está.
Não é o que se tem
que decide a plenitude,
mas aquilo
com que se vive
por dentro.
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