Não estão lá
quando acontece.
Um ecrã acende,
um ponto fixa-se,
e basta.
Não há rosto,
nem intervalo
para duvidar.
O comando parte limpo,
sem peso visível.
Do outro lado,
o corpo ainda sente
o que nunca chegou.
Menos mãos decidem.
E o que decide
já não precisa
de ver.
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