Juntei os nomes,
os lugares,
as datas,
os rostos.
O que fiz,
o que deixei,
as escolhas
que ainda reconheço.
Tudo parecia suficiente.
Mas havia sempre algo
noutro lugar.
O que era certo
já não era;
o que parecia meu
seguia adiante.
Voltei a contar;
faltava.
Voltei a procurar;
mudava.
E houve um momento
em que percebi:
não era a medida que estava errada,
era o objecto.