O caminho divide
antes de se ver.
O vermelho fixa
o que ainda não tem nome.
A voz encontra
o que já sabia responder.
Não há desvio,
há sequência.
A casa suspende
o que não pára.
O corpo ajusta
até coincidir.
O reconhecimento
não chega:
encosta.
O corte interrompe
o que já vinha.
Depois,
o caminho mantém-se.
Mas já não é
por onde se passa.
Sem comentários:
Enviar um comentário