O que se assume
já não se alinha.
A presença
não ocupa,
altera.
Há formas
que persistem
depois do uso.
O que entra
não se mantém.
Certas máscaras
não escondem
nem revelam:
tomam o lugar do que havia.
O rosto não resiste
ao que o modifica.
O que se interpreta
não regressa,
deixa vestígio.
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