Não começa com fé.
Mas com uma forma de sustentar o que falha.
Encosta-se um nome
ao que não devolve.
E esse nome
fica.
Depois, organiza-se.
Há quem retenha a palavra,
a repita,
a corrija.
O que era silêncio
passa a versão.
E a versão
passa a uso.
O que não tinha medida
ganha contorno
e alcance.
Não é o nome que pesa.
Mas o modo
como é mantido.
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