A troca desloca o valor
para fora de medida.
O feijão escala
e o corpo sobe atrás.
O céu continua.
Não abre.
Subir separa.
Lá em cima, o excesso fixa-se.
Não circula,
nem desce.
O ouro prende
sem precisar de peso.
Há uma voz
que não chama,
reivindica.
O corte chega
antes de haver escolha.
Cair não devolve.
Em baixo, tudo se mantém,
mas fora de medida.
O que sobe
não regressa:
ordena
o que deixou.
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