Tentamos fechar o que ficou aberto,
encostar as margens
até parecer inteiro.
Mas há sempre um desvio mínimo,
quase nada,
o suficiente para não ser.
Voltamos a medir:
repete-se o valor,
mantém-se.
Ajustamos os gestos,
afinamos o tom,
e é aí que muda,
não o erro,
mas o ponto que abre.
Por fora, alinha:
a superfície aprende
a não denunciar.
Por dentro,
a leitura falha,
hesita.
Cabe dentro do limite.
Mas resta
um ponto
que não coincide.
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