Nada existe sozinho.
O que toca
altera.
Ver não recebe:
desvia.
Aquilo que encontra
já não está.
Quem observa
entra na mudança.
Registo e traço
quase coincidem,
no erro mínimo
que algo acontece.
O que surge
não vem dado:
cedeu
à passagem.
O que não ajusta
fica à margem.
Algo repete-se.
Algo responde.
E o que é visto
é sempre
o que já foi mudado.
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