O sono não se pede,
pousa
onde o corpo
deixa de responder
a uma margem.
O que se fecha
não é olhar,
é pulso
sem direção.
O que se repete
não é promessa,
é silêncio
a perder contorno.
O que se apaga
não é rosto,
é forma
a desfazer-se sem resto.
O que se estende
não é noite,
é intervalo
sem confirmação.
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