Palavras erguem
fachada de virtude.
Atos seguem
outra lei,
silenciosa.
Leis para exibição,
usos para o real.
O que se condena
permanece em uso.
Há formas de ordem
que se mantêm
no que se cala.
O mundo roda
sobre o indizível,
e finge não saber.
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