O que falta
abre caminho.
O que sustenta
recua.
O que orienta
desaparece primeiro.
O que marca o caminho
é consumido pelo próprio passo.
A casa oferece
o que reorganiza.
O alimento ajusta
o que entra.
Nada regressa
como saiu.
O que protege
participa do corte.
O que procura saída
aprende outra direção
dentro do que o retém.
O retorno
não encontra origem:
encontra transformação.
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