Não há degrau seguinte;
há chão.
Não evoluímos em linha reta,
aprendemos a não esmagar
o que sentimos.
A consciência não é luz súbita,
é atenção cansada
que insiste.
Não salvamos o mundo.
Às vezes,
não nos perdemos.
Somos o que somos
e isso já é humano.
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