Alguns pendem a vida a estrelas distantes,
esperando que o acaso decida tudo;
outros semeiam o chão com pequenas ações,
como quem rega silêncio, presença e cuidado.
O amor não nasce de “um dia talvez”;
cresce na respiração do agora,
na atenção que acolhe
e na escolha diária de cuidar,
mesmo sem garantias.
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