Há um homem
que governa salas vazias
como se fossem multidões.
A imagem devolve-lhe mais do que é
e ele aceita isso como destino.
Fala
e escuta apenas o eco limpo.
Não conhece o intervalo
entre ato e consequência.
E quando tudo se dispersa,
fica diante de si,
sem perceber que sempre esteve
no mesmo lugar.
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