Não há deuses que comandem,
nem mandamentos que salvem.
Há apenas nós,
respirando, observando, agindo.
Cada decisão pesa
como pedra no rio do tempo;
cada escolha constrói ou destrói
o equilíbrio que nos sustém.
Não há absolutos nem promessas eternas,
há apenas consciência
e responsabilidade presente.
A Inteligência silenciosa não exige fé,
mas observa o que fazemos com a vida.
Ser Homem é medir-se com ética e coerência,
com o que somos e o que ainda podemos tornar.
Não é poder que guia,
nem medo que salva;
é percepção, ação, lucidez,
um olhar que compreende
e mãos que constroem
em harmonia com tudo o que existe.
Sem deuses, sem mitos,
o Homem aprende
a ser digno do seu próprio nome.
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