Caminhou
entre ruas vazias,
sem tronos
nem coroas.
Perguntou,
e a dúvida despertou.
O homem olhou para si
e começou a pensar.
Nada se impôs;
tudo foi convite:
olhar,
questionar,
escolher.
O mundo,
“Antes” dele,
respirava hábito;
“Depois”,
consciência.
E a mudança
nasceu no interior.
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