Quando o ódio entra,
não abras portas.
Fumaça negra enrola-se,
sussurros torcem sombras.
Olhos cortam,
risos sopram vento cortante.
Tentam roubar
o que em ti é sólido.
Mantém os pés firmes,
o peito fechado,
a mente clara.
Nem toda palavra
que se move
merece pousar
sobre o que é teu.
E o silêncio respira contigo.
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