O avanço insiste
contra o limite.
Nada cede.
Acumula-se tensão
onde já não há margem.
Algo empurra
sem pedir passagem.
E chega o instante
em que tudo parece igual
e já não é.
Depois disso,
não há recuo.
(Poema inspirado nas configurações celestes de 19 e 20
de abril de 2026, em leitura mundana.)
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