Não lhe chamo deus,
nem vontade.
Não decide,
não julga,
não escolhe.
Ainda assim,
tudo parece obedecer
a um desenho invisível.
Há ordem
no que cresce,
no que cai,
no que regressa.
Como se houvesse
um pensamento anterior a tudo,
não humano,
nem nomeável.
Não nos guia.
Mas sustém
o que somos
sem precisar de nós.
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