Quase
me perco.
O peso
já conhece
todos
os caminhos
da casa.
Mas,
sem aviso,
uma luz
muito antiga
levanta
a cabeça.
Não traz
força.
É ela
a força.
Tem
os olhos
da criança
que fui.
Olha
o mundo
como se
a dor
ainda
não tivesse
aprendido
o meu nome.
É por ela
que continuo
a acreditar
que nem tudo
em mim
aceitou
a noite.
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