Procurava a nascente.
Subiu montanhas, atravessou livros, decorou o nome das
pedras.
Perguntava pela verdade como quem espera um lugar.
Um dia,
ao baixar-se para apanhar uma folha caída,
viu a água.
Não vinha do cimo.
Passava entre as raízes.
Desde então,
deixou de procurar o rio.
Aprendeu a seguir o curso.
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