Os homens perguntam:
quem merece ser amado.
O amor começa por amar;
só depois faz perguntas.
A moral quer saber:
quem és?
A compaixão pergunta:
de que precisas?
Há perguntas que procuram culpados;
outras procuram compreender.
Quando o amor entra na conversa,
a identidade deixa de ser um
julgamento.
Passa a ser uma história.
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