O nome permanece.
Atravessa séculos,
muda de língua,
não desaparece.
Há templos,
livros,
vozes que o repetem.
Ninguém o encontra.
Um homem senta-se junto à janela;
a luz muda de lugar,
a poeira também,
a mão envelhece.
O nome permanece
O homem não sabe
o que sustém o mundo.
Mas sabe
qual dos dois deixa pegadas.
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