Passamos anos a escolher, uma coisa em vez de outra; uma voz, um caminho, um modo de estar.
O que fica de fora parece perder-se, mas subsiste.
Não como perda, como parte.
Chega um momento em que já não perguntamos quem
queremos ser, apenas o que recusamos em nós.
Então regressamos, não ao passado;
a uma inteireza que não sabíamos existir.
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