Nenhuma hierarquia
permanece
sem linguagem.
Primeiro,
uma voz nomeia;
outra fica
dentro do nome.
O corpo escrito:
derivação,
dependência.
Depois,
a diferença vira regra
e destino.
O tempo
encarrega-se
de repetir.
E o desequilíbrio,
quando insiste,
acaba por parecer
natureza.
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