Algo sobe.
Não é água.
É o que estava escondido
a decidir não se esconder.
As estruturas tremem,
não por ruína,
mas por revelação.
O espelho volta-se para nós,
e o que emerge
não pede permissão.
Chamam-lhe maré,
mas é a consciência
a ajustar o seu nível.
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