Debaixo da pedra,
o céu esperou.
Não era mapa;
era memória
a pulsar no escuro.
Traços antigos
sabiam de nós
antes que soubéssemos ver.
Debaixo da pedra,
a luz despertou.
Nada foi descoberto.
Apenas lembrado.
O universo não mudou.
Mudou nossa atenção.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.