No meio do ruído,
a esperança ainda espera.
Não se vê, não se ouve,
mas pulsa, insistente,
como raiz que busca luz
em solo quase árido.
O mundo pode endurecer,
mas há olhos que não fecham,
mãos que ainda se abrem
mesmo sem toque,
corações que lembram
que sentir é sobrevivência.
E se a empatia tentasse morrer,
não seria o final;
apenas semente
à espera de chuva.
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