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sexta-feira, 18 de março de 2011

Plasticidades | Pintura | João Manuel Marques Jacinto



Exposição de Pintura "Plasticidades"
Terça-feira 29 Março 19h30

Restaurante Põe-te na Bicha
Travessa da Água da Flor, 36
Bairro Alto
Lisboa



João Manuel Marques Jacinto, nasceu no Montijo, no dia 22 de Junho de 1959.
Frequentou o curso de Pintura no Centro de Arte & Comunicação Visual – AR.CO.
Expôs individualmente, no início dos anos 90, no Círculo Histórico/Cultural do Montijo.
E participou em outras exposições;
1990, 1991 e 1992 - "Alcarte" em Alcochete.
1996 - Exposição de Pintura e Poesia do IADE, (iniciativa de apoio ao projecto CAIS) no Instituto Português da Juventude, em Lisboa.
2003 – "Arte na Praça" (iniciativa integrada no programa “A´Gosto no Montijo”), no Montijo.





PLASTICIDADES I JOÃO JACINTO





«A exaltação do mínimo, e o magnífico relâmpago do
acontecimento mestre restituem-me a forma o meu
resplendor…»
Luiza Neto Jorge









Plasticidades traduz a urgência, o desejo, a necessidade de João Jacinto se expressar com uma exaltação e uma jovialidade quase infantis. Há, nos seus trabalhos, uma procura incessante que constantemente se renova pela prática e pela declinação dos seus diferentes estados de alma.



Desejo de descoberta

Silhuetas que nos saúdam, padrões que se repetem, vitrais que reflectem jogos de luz e de sombra onde se adivinham arquitecturas fantásticas e manchas cromáticas que se espraiam sobre um suporte irregular ou derrames de tinta que propõem novas texturas num desejo ilimitado de descoberta. Uma multiplicidade plástica que procura a sua voz própria e que nos surpreende como uma inusitada descoberta.



Inquietação…
Nesta multiplicidade de registos, por vezes antagónicos, por vezes (quase) reconhecíveis ou – tacteando nervosamente no vazio do suporte – surgem-nos como uma linguagem nova, um ponto de partida que estabelece um discurso original. Marcas em que antevemos um percurso feito de uma tranquilidade, quase sempre, inquieta.

O olhar…
Procuramos referências – mais ou menos – explícitas a outros artistas, a correntes estilísticas, a linguagens estéticas onde possamos “arrumar” estes exercícios pictóricos. O olhar percorre nervosamente a superfície das telas, procurando encontrar respostas. Elas ainda lá estão… ou já não… basta o olhar.



Carlos Morgado

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